Como o machine learning (ML) chegou até aqui e que perguntas o resto do curso vai responder
| quando | marco |
|---|---|
| 1805 | mínimos quadrados: a base histórica da regressão |
| 1886 | regressão à média: a palavra "regressão" entra na estatística |
| 1920s–1936 | fundamentos estatísticos: a inferência moderna toma forma |
| 1950 | a pergunta de Turing: máquinas podem pensar? |
| 1956–1959 | o nascimento da inteligência artificial (IA) e o perceptron |
| 1969–1980 | primeiro inverno da IA: o hype encontra seus limites |
| quando | marco |
|---|---|
| 1984–1986 | backpropagation e árvores de decisão: o aprendizado renasce em duas frentes |
| 1995–1997 | era do aprendizado estatístico: teoria rigorosa, algoritmos poderosos |
| 2001 | ensembles e as "duas culturas": os cavalos de batalha do ML tabular |
| 2012–2016 | a virada do deep learning: as redes neurais voltam, em escala |
| 2017–2018 | transformers: attention is all you need |
| 2020–hoje | modelos de fundação: um modelo, muitas tarefas |
A linha do tempo completa, com as fontes, está na página da aula.
Os dois aprendem com feedback sobre os próprios erros: uma derrota tira uma conta; um erro empurra os pesos do perceptron na direção da resposta certa (Rosenblatt, 1958).
uma caixa por posição: uma tabela de consulta
o que ela aprende numa caixa não diz nada sobre as outras; uma posição que ela nunca viu não tem caixa alguma
poucos pesos, compartilhados por todas as entradas
cada atualização muda a resposta em exemplos que ele nunca viu
| quando | o que aconteceu |
|---|---|
| 1969–1973 | Minsky e Papert: um perceptron sozinho não aprende o XOR (ou exclusivo); o Relatório Lighthill: a IA não cumpriu o prometido |
| 1974–1980 | primeiro inverno: as verbas desabam nos Estados Unidos e no Reino Unido |
| 1984–1986 | a retropropagação treina redes de várias camadas, que resolvem o XOR; CART e ID3 tornam as árvores práticas |
| 1987–1993 | segundo inverno: desaba a onda dos sistemas especialistas, programas de regras escritas à mão |
| 1995–2001 | aprendizado estatístico: máquinas de vetores de suporte, boosting, random forests; teoria e validação honesta |
| 2012– | deep learning: grandes conjuntos de dados rotulados, unidades de processamento gráfico (GPUs) e software aberto |
os mínimos quadrados (1805) ainda são o primeiro modelo de regressão a tentar; a regressão logística (1958) é um cavalo de batalha em produção
dois invernos da IA (por volta de 1974–1980 e 1987–1993); a avaliação honesta é o antídoto
o BERTopic (2022) é embeddings + redução de dimensionalidade + agrupamento + TF-IDF (frequência do termo × frequência inversa nos documentos)
| pergunta | onde |
|---|---|
| tipos de aprendizado; vai funcionar em casos que nunca viu? | o panorama de ML |
| como são os dados, estão prontos? | análise exploratória, pré-processamento, pipelines |
| estrutura sem rótulo algum? | redução de dimensionalidade, agrupamento |
| prever um número? | regressão linear, gradiente descendente e regularização |
| prever uma classe? | regressão logística, k vizinhos mais próximos, SVM, árvores, ensembles |
| quão bom o modelo é, de verdade? | métricas de classificação, curvas ROC e PR, validação cruzada |
| qual modelo, com quais ajustes? | seleção de modelos |
| por que ele decidiu isso? como roda em produção? | explicabilidade, MLOps |
SVM = máquina de vetores de suporte (support vector machine); ROC = característica de operação do receptor (receiver operating characteristic); PR = precisão–revocação (precision–recall).
Ritmo: passo 4 e a simulação em 10 min; passo 5 em 8 min; passo 6 em 7 min.