Roteiro: (1) monitoramento vs observabilidade, a paleta, health checks, custo; (2) sinais: métricas, logs, traces, profiles, RED/USE, cardinalidade; (3) OpenTelemetry: propagação, Collector, amostragem; (4) alertas sobre o burn rate do SLO; (5) resposta a incidentes e postmortems.
Deixe a turma responder antes de revelar. A ideia: o sistema não está fora do ar, está lento de um jeito que ninguém previu. É para essa situação que existe a observabilidade.
Números ilustrativos. O ponto é o hábito: estimar a telemetria como qualquer outra carga de trabalho.
O SLI de atualidade é o que pega falhas assíncronas: APIs verdes, e-mails atrasados.
Um budget de 28 dias não protege uma abertura de vendas de 30 minutos: dê aos eventos críticos o próprio SLO, com janelas curtas.